Para mostrar que nossa memória realmente não funciona:
17/janeiro/1994 – Um terremoto de 6,6 graus na escala Richter devastou Los Angeles, EUA
17/janeiro/1995 – Um terremoto de 7,2 graus na escala Richter atingiu a cidade de Kobe, Japão.
por uma vida mais equilibrada e sustentável
Para mostrar que nossa memória realmente não funciona:
17/janeiro/1994 – Um terremoto de 6,6 graus na escala Richter devastou Los Angeles, EUA
17/janeiro/1995 – Um terremoto de 7,2 graus na escala Richter atingiu a cidade de Kobe, Japão.
Vamos admitir, apesar do presidente dizer que quer tirar o povo da merda, a maior delas – as sacanagens com o dinheiro público – foi ainda mais frequente em 2009… “Nunca antes na história deste paÃs…”
Apesar disso, com as ruas cheias de Papais Noeis, a maioria dos quais absolutamente ridÃculos, ninguém está nem aà para o cheiro que paira nas entranhas do poder. Estamos em tempo de congraçamento, como se todo mundo soubesse o que é isso.
Vamos deixar claro que este não é um espaço para quem não pensa, portanto, não espere ler aqui uma reflexão convencional do tipo “retrospectiva 2009″ ou uma versão do “jingle bells”. Para isso você tem trilhões de alternativas e eu não pretendo encher ainda mais o saco de quem detesta isso tudo como eu.
Mas se você, ao contrário, está interessado em aproveitar esse tempo para pensar um pouco, assista o video abaixo (legendado).
Ele faz parte de um projeto musical chamado “The Symphony of Science“, de John Boswell. A idéia é divulgar conhecimento cientÃfico e filosofia de uma forma musical.
O vÃdeo que selecionei é “We Are All Connected” (nós estamos todos conectados) e foi criado a partir de trechos do programa Cosmos, de Carl Sagan, da série “The History Channel’s Universe”, de entrevistas gravadas em 1983 com Richard Feynman, do sermão cósmico de Neil de Grasse Tyson e da série Bill Nye’s Eyes, com a adição de imagens de vários outros programas cientÃficos (The Elegant Universe (NOVA), o Universo de Stephen Hawking, Cosmos etc.).
Assista e pense a respeito. Não é religião… ou será que é? Afinal, quem inventou que uma coisa é separada da outra?
Minha homenagem a uma cantora espetacular e a uma mulher maravilhosa.
Gracias, Mercedes!
Cancion de las simples cosas – de Armando Tejada Gómez y César Isella
Uno se despide insensiblemente de pequeñas cosas,
Lo mismo que un árbol en tiempos de otoño muere por sus hojas.
Al fin la tristeza es la muerte lenta de las simples cosas,
Esas cosas simples que quedan doliendo en el corazón.
Uno vuelve siempre a los viejos sitios en que amó la vida,
Y entonces comprende como están de ausentes las cosas queridas.
Por eso muchacho no partas ahora soñando el regreso,
Que el amor es simple, y a las cosas simples las devora el tiempo.
Demorate aquÃ, en la luz mayor de este mediodÃa,
Donde encontrarás con el pan al sol la mesa servida.
Por eso muchacho no partas ahora soñando el regreso,
Que el amor es simple, y a las cosas simples las devora el tiempo
Hoje Lula chorou diante do mundo e milhares de pessoas riram em Copacabana. Corações se partiram, crianças nasceram; vidas mudaram por um sorriso, por uma oportunidade, por um choro, por uma dor.
Reuniões tiveram resultados incrÃveis, outras, nem tanto.
Com certeza algumas pessoas ficaram convictas da existência de uma força superior e outras, chegaram à conclusão de que a natureza, o amor, o mar, a voz, não passam de desenvolvimento natural e quase matemático do homem.
Hoje está nos deixando uma voz intensa,  forte, engajada. A voz de uma cantora argentina que levou a todos os cantos do mundo a emoção do seu povo: Mercedes Sosa. Uma mulher que usou sua voz como arma de resistência e como acalanto suave.
Gracias a la vida! Gracias, Mercedes! Todo cambia!
Nesta sexta-feira nossa já tradicional reflexão traz um pouco de civismo, história e informação. O arquivo original foi-me enviado por meu irmãozão Flodoardo.
Nossas raÃzes são importantes para nos orientar, para estabelecer a base de nossas crenças e os frutos a serem colhidos, mas no Brasil dificilmente temos o hábito de cultivar tradições.
Felizmente a internet, esse infindável repositório do conhecimento humano, está trazendo a possibilidade de recuperar momentos quase esquecidos, portanto, atendendo ao pedido de Dona Ana Arcanjo, nascida em Santos-SP (membro da Cruz Vermelha durante a Revolução Constitucionalista de 1932), publico seu vÃdeo para que você também saiba.
Nestes tempos em que se critica a Vanusa por ter, aparentemente sob o efeito de remédios, errado a letra do Hino Nacional e cometido gafes inacreditáveis, provavelmente você perceberá que também não sabe cantá-lo, como aliás, eu também não sabia.
Agora que você a ouviu, acompanhe a introdução do nosso Hino Nacional:
A semana foi pesada. Sacanagens novas, novos indÃcios de ditadura, mas muita coisa boa aconteceu, portanto, vamos comemorar.
Nesta sexta-feira um pouco de soul music. Grandpa Elliot e Clarence Bekker com muita, muita emoção.
A letra em inglês está logo abaixo. A tradução livre, em seguida.
Super fim de sexta feira pra todos com uma certeza absoluta: a mudança virá
A Change Is Gonna Come – Sam Cooke
I was born by the river in a little tent
Oh and just like the river
I’ve been running ever since
It’s been a long, a long time coming
But I know a change gonna come, oh yes it will
It’s been too hard living but I’m afraid to die
Cause I don’t know what’s up there beyond the sky
It’s been a long, a long time coming
But I know a change gonna come, oh yes it will
I go to the movie and I go downtown
Somebody keep telling me don’t hang around
It’s been a long, a long time coming
But I know a change gonna come
Oh yes it will
Then I go to my brother
And I say brother help me please
But he winds up knockin’ me
Back down on my knees
There been times that I thought
I couldn’t last for long
But now I think I’m able to carry on
It’s been a long, a long time coming
But I know a change gonna come,
Oh yes it will
Uma mudança virá (tradução livre)
Eu nasci nas aproximidades de um rio, em uma pequena cabana
Oh, e, como aquele rio, eu corro desde então
Há quanto tempo, quanto tempo esperando
Mas eu sei que uma mudança virá
Oh, sim,ela virá
Foi também difÃcil viver e eu estou com medo de morrer
Eu não sei o que acontece do lado de lá
Há quanto tempo, quanto tempo esperando
Mas eu sei que uma mudança virá
Oh, sim ela virá
Eu vou ao cinema e vou ao centro da cidade
Lá todos me param e dizem: “não fique à toa por aÔ
Há quanto tempo, quanto tempo esperando
Mas eu sei que uma mudança virá
Oh, sim, eu ela virá
Então, eu vou ao meu irmão
E digo “por favor”
Mas ele apenas conclui, me criticando
Desista
Ã?s vezes, eu pensei que continuaria por um bom perÃodo
Mas agora eu acho que estou pronta para enfrentar isso
Há quanto tempo, quanto tempo esperando
Mas eu sei que uma mudança virá
Oh, sim, eu ela virá
Texto publicado originalmente por Paulo Granja em seu blog Cateribúnticos
Como ser um bom administrador
Respeitar cinco qualidades e repelir as quatro nocivas
As cinco qualidades:
Ou de outra forma:
As quatro nocivas.
Muitas vezes tenho vontade de largar tudo, abandonar-me à mesmice tosca do dia-a-dia, à lamúria grisalha e encarquilhada dos incapazes. � mais fácil e, provavelmente, mais rentável.
Incontáveis vezes fui advertido, ou melhor, admoestado por minha impertinente insistência em buscar algo lá no horizonte (acredite, ninguém busca algo feio no horizonte).
Minha ciência, a economia, é chamada de lúgubre (dismal science, no original cunhado por Thomas Carlyle, no século 19), mas é essencial para demonstrar que outros valores precisam e podem ser cultivados para que tenhamos equilÃbrio que traz o avanço sustentável que é a única forma de avanço.
Portanto, sempre desisto de desistir. Não está em mim, assim como felizmente não está em muita gente que não vai se curvar.
Nesta sexta-feira, antevéspera de feriadão de 7 de Setembro, deixo com você o meu hino de resistência.
Don’t Worry
“Don’t Worry” é a primeira música mundial original criada pelo “Playing For Change”.
Foi escrita por Pierre Minetti em Barcelona, Spanha e fala da unidade da qual todos nós partilhamos neste planeta.
Como diz a letra da música, “Let’s don’t worry my brother, in this world we are all the same, we must find peace…” (Não vamos nos preocupar, meu irmão. Neste mundo somos iguais e precisamos encontrar a paz)
O vÃdeo apresenta mais de 20 músicos dos 4 continentes que nunca se encontraram pessoalmente, mas que estão conectados através da mensagem e da música.
Particularmente gosto muito da voz de Tula, de Tel Aviv (Israel). Lembra Janis Jopling, visualmente muito melhorada, claro.