Monthly Archive for agosto, 2008

Executivo quer criar 85 mil cargos em 2008

Projeto enviado ao Congresso aumenta em seis vezes previsão feita pelo governo no orçamento, “só” 35% maior que o total criado em cinco anos.

Na surdina o governo federal pretende aumentar em seis vezes o número de cargos a serem criados até o fim do ano em relação à proposta orçamentária encaminhada ao Legislativo.

Um Projeto de lei enviado semana passada ao Congresso eleva de 13.375 para 85.925 o número de vagas previstas para serem abertas no Executivo até 31 de dezembro.

Em cinco anos de governo Lula, foram abertas 69,6 mil vagas.

E depois ainda querem saber a razão de termos que pagar tantos impostos? Ora, cada pergunta! Com certeza existem estudos para demonstrar que a máquina estatal precisa de mais gente qualificada.

Enquanto isso, como o Financial Times indica, vamos padecer pela absoluta falta de investimentos.

Buga buga (*)

(*) é um termo que significa “Viva sua excelência” na língua nativa de alguma tribo da polinésia que virá, com certeza, reclamar seu pedaço de território brasileiro porque passaram por aqui há milênios)

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“Brasil robusto” pode ser punido por falta de ação, diz jornal britânico

29/08/200807h42

da BBC Brasil- publicado na FOLHA ONLINE

Uma reportagem da edição desta sexta-feira do jornal britânico “Financial Times” afirma que chegou a hora de os países emergentes “pagarem a conta” depois de cinco anos de forte crescimento econômico.

Segundo a reportagem, o Brasil não vem sofrendo com o desaquecimento econômico dos países ricos, mas isso deve mudar, em parte por falta de investimento brasileiro em infra-estrutura, educação, saúde e combate ao crime.

“Um Brasil mais robusto pode sofrer uma penalidade por falta de ação”, é o título de uma seção da reportagem que analisa o caso específico do Brasil.

“A idéia de que o Brasil –que era tão vulnerável a mudanças nos mercados globais– finalmente consegue ficar de pé ou cair devido aos seus próprios méritos é (uma visão) popular no governo e é amparada por muitas evidências”, diz o artigo.

“No entanto, para muitos analistas, isto não passa de otimismo; a única dúvida deles agora é se o Brasil enfrentará uma forte e feia correção ou se conseguirá preparar uma aterrissagem suave.”

Alta dos juros

A reportagem do “Financial Times” diz que até agora as economias emergentes estavam se “descolando” do desaquecimento dos países ricos, já que vinham obtendo índices fortes de crescimento.

No entanto, a teoria de descolamento “agora parece equivocada”, segundo o jornal, já que as bolsas de valores na China, Rússia, Índia e Brasil estão em queda, no acumulado do ano.

“Com investidores correndo para a saída em quase todos os mercados, parece que as doenças financeiras do ocidente estão afetando estes locais. Muitos analistas acreditam que as economias dos Estados Unidos e da Europa vão continuar a se deteriorar, pressionando ainda mais o mundo emergente.”

O jornal cita dois analistas de mercado que acreditam que o Brasil sofrerá por falta de investimento em infra-estrutura, educação, saúde e combate ao crime. Além disso, o país seria afetado pelo aumento do preço de produção, causado pela alta das commodities e dos custos trabalhistas.

A combinação de diferentes fatores –custos maiores de produção, com aquecimento de investimentos (em especial na construção civil), aumento da demanda, maior facilidade de crédito e alta nos gastos governamentais– elevaria a inflação brasileira, segundo o jornal.

“O resultado é que o Banco Central do Brasil vai ter de continuar elevando as taxas de juros”, conclui o artigo sobre o Brasil, que é assinado pelo correspondente do jornal em São Paulo, Jonathan Wheatley.

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Tributação verde

Revista Consultor Jurídico, 29 de agosto de 2008 – Melissa Guimarães Castello

MP 438/08 é um avanço na proteção do meio ambiente

A Medida Provisória 438/08 acaba de criar um incentivo fiscal para as empresas que efetuarem doações destinadas a ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento e de promoção da conservação e do uso sustentável das florestas brasileiras. Se essas doações forem feitas para instituições financeiras federais, fica suspensa a incidência da contribuição para o PIS e da Cofins sobre as parcelas doadas.

Finalmente, foi criado um sistema de incentivo fiscal para medidas de proteção ao meio ambiente. Nesse particular, a Medida Provisória deve ser muito bem recebida pela comunidade empresarial. De fato, o meio ambiente foi colocado ao lado de programas de incentivo à cultura e às atividades de caráter desportivo, entre outros, que já recebiam incentivos fiscais.

Contudo, ao contrário dos incentivos à cultura e aos esportes, o incentivo dado à proteção ambiental não implica a redução de imposto de renda, mas do PIS e da Cofins. Como conseqüência, as pessoas físicas não podem se beneficiar do programa de incentivo fiscal para a preservação florestal, pois não são contribuintes desses tributos.

Outra deficiência da Medida Provisória decorre da destinação dos valores doados para uma instituição financeira federal. Instituições financeiras não têm o conhecimento necessário para definir áreas prioritárias de destinação dos recursos doados para a preservação florestal. Seria muito mais lógico destinar essas doações diretamente aos órgãos gestores das Unidades de Conservação, que poderiam aproveitá-los da forma mais eficiente.

Não obstante essas críticas, certo é que a Medida Provisória traz um avanço nas medidas de proteção ao meio ambiente, permitindo que a comunidade empresarial invista diretamente na preservação de florestas. Depois de devidamente regulamentado, o incentivo fiscal para preservação florestal pode ser um excelente instrumento para empresas dotadas de consciência ambiental.

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Combatendo ou Reforçando o Racismo?

as diferenças se complementam para criar um mundo melhor. (esta linda imagem foi extraída deste endereço http://fugereurbenkt.blogspot.com/2007_03_01_archive.html)

Vivo tentando entender a lógica de algumas pessoas que, ao pretender combater algo, acabam por reforçá-lo.

Madre Tereza de Calcutá se pautou exatamente pela defesa de questões importantes mas nunca, contra nada.

Neste nosso país tupiniquim (valha-me Tupã), a coisa funciona às avessas. Ou não, sei lá.

O fato é que vivemos tentando atuar contra.

A última atuação do Deputado Paulo Paim resultou em outra dessas brilhantes tentativas: A Comissão de Direitos Humanos do Senado aprovou nessa quarta-feira (27) um projeto que estabelece incentivos fiscais para empresas com mais de 200 empregados que mantenham uma cota de, no mínimo, 46% de trabalhadores afro-brasileiros em seus quadros.

Caros, eu sou euro-descendente. Não tenho absolutamente nada contra nenhuma raça. Aliás, acho esse conceito um absurdo completo. Mas não consigo entender a lógica de alguém que pretende corrigir uma situação reforçando-lhe os problemas.

Sinceramente penso que só o fato de ser proposta tal medida, deveria ser suficiente para sujeitar o autor às penas previstas por racismo.

Que tal trabalhar de forma pró-ativa? Que tal promover a educação de verdade – e não essa piada de mal gosto que é o nosso “sistema”? (Concordo plenamente com o que ouvi de um amigo que, em vez de ficarem brigando entre si por mesquinharias, os candidatos à reitoria da UFMS deveriam se propor a desenvolver pesquisa aplicada aqui no estado).

Estou em dúvida se no próximo censo eu vou me declarar negro ou índio. Estou começando a achar que ser branco pode ser um defeito incurável neste país.

Axé!

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Viva a FUNAI: Índios têm até amanhã para deixar fazenda de Pedrossian

Publicado no Midiamax – 30/08/2008 08:42

O ex-governador Pedro Pedrossian disse agora há pouco ao Midiamax, que o grupo de 80 índios terenas que invadiram a Fazenda Petrópolis, de sua propriedade no município de Miranda, receberam o prazo até amanhã para desocuparem a área, invadida na madrugada da última segunda-feira (dia 25).

“A Polícia Federal enviou ao local uma equipe com oito agentes, duas viaturas e até um helicóptero para apresentar a determinação de reintegração de posse, decretada pelo juiz federal Odilon de Oliveira. Os agentes dialogaram com os índios e lhes concederam o prazo até este domingo para que deixem a fazenda”, disse Pedrossian, ressaltando que a retirada deverá ocorrer de maneira pacífica.

“A maioria dos índios que estão na fazenda são meus amigos há muitos anos. O problema é que foram incentivados por quatro ou cinco líderes que vieram de fora, com a promessa de que se invadissem poderiam ficar com a propriedade”, disse o ex-governador, acrescentando que durante os cinco dias da invasão a convivência entre os funcionários da fazenda e os índios foi pacífica. “Eles não atrapalharam o serviço na fazenda e também não criaram problemas. Apenas acamparam numa área que dá acesso a outras propriedades”, disse Pedrossian.

Ação enérgica

Pedro Pedrossian também teceu elogios ao governador André Puccinelli (PMDB), que ontem considerou a invasão na Fazenda Petrópolis, resultado da inconsequência da Funai (Fundação Nacional do Índio) e responsabilizou os antropólogos pela crise criada entre os índios e o setor rural do Estado.

“O governador André Puccinelli está agindo de maneira enérgica. Prova disso que o presidente da Funai, Márcio Meira, se viu obrigado a vir a Campo Grande na próxima semana para discutir o assunto e buscar uma solução”, disse Pedrossian, lembrando que os antropólogos sugeriram ampliar de 2,6 mil hectares para 36 mil hectares a demarcação de terras indígenas na região de Miranda.

“Os antropólogos se dizem funcionários da Funai, mas não respeitam regras e nem determinações do órgão. Isso ficou provado depois que o governador André Puccinelli firmou um acordo com a presidência da Funai de que os estudos só seriam realizados no Estado após o encontro em Campo Grande. Só que os antropólogos se anteciparam e provocaram toda esta situação”, lembrou.

André Puccinelli reúne-se com Márcio Meira e representantes dos índios e do setor produtivo de Mato Grosso do Sul na próxima quinta-feira (dia 4) na governadoria, no Parque dos Poderes. Na ocasião, o governador apresentará algums sugestões, como por exemplo, a ocupação das terras adquiridas pelo reverendo Moon.

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Usinas páram investimentos temendo demarcações, diz Deputado

Publicado no Midiamax - 29/08/08 – 08:35 hs

O deputado federal Dagoberto Nogueira Filho (PDT-MS) alertou agora há pouco ao Midiamax que as ações da Funai (Fundação Nacional do Índio) estão “provocando prejuízos incalculáveis” a Mato Grosso do Sul.

“Hoje estamos com todas as indústrias sucroalcooleiras paralisando seus investimentos em Mato Grosso do Sul. Os investidores estão reticentes e recuando, por causa das ações inconsequentes da Funai. A invasão da Fazenda Petrópolis, de propriedade do ex-governador Pedro Pedrossian, no município de Miranda, por um grupo de 80 índios, acabou de deflagrar todo este processo de paralisação dos investimentos”, disse Dagoberto.

Segundo o deputado federal, cabe ao Governo do Estado mover uma ação indenizatória contra a Funai. “Mato Grosso do Sul não pode arcar com esses prejuízos. Não podemos mais permitir a inconsequência da Funai. Ã? preciso responsabilizá-la, inclusive, criminalmente”, defendeu Dagoberto Nogueira Filho.

O deputado do PDT sul-mato-grossense disse ter feito um amplo levantamento, comprovando, inclusive, uma significativa redução na comercialização de terras em Mato Grosso do Sul, sobretudo na região do Conesul, onde a Funai realizou estudos para demarcação de terras indígenas em 26 municípios. “Na região, o hectare que custava R$ 10 mil, atualmente não está valendo nem R$ 3 mil”, disse Dagoberto Nogueira Filho.

Por outro lado, está confirmado para a próxima quinta-feira (dia 5) o encontro entre o governador André Puccinelli (PMDB) e representantes da Famasul (Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul) com o presidente da Funai, Márcio Meira, para discutir o processo de demarcação de terras indíginas em Mato Grosso do Sul.

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Geopolítica da Amazônia

Para aqueles que desejam entender um pouco melhor as questões da Amazônia sob um enfoque científico, acessem o interessante artigo de Bertha K . Becker.

� uma visão interessante a respeito das novas correlações de forças e da inserção dos povos indígenas no contexto.

Para ler na íntegra, acesse AQUI

RESUMO

PROFUNDAS MUDAN�AS estruturais ocorreram na Amazônia onde novos atores tem hoje papel decisivo: a sociedade civil organizada, os governos estaduais e a cooperação internacional. Tais mudanças são percebidas segundo diversos interesses dominantes na escala global, nacional e regional, gerando conflitos que dificultam a implementação de políticas públicas adequadas.
A Amazônia é hoje uma região em si, que demanda uma política de consolidação do desenvolvimento. Fortalecimento institucional, C/T&I e regionalização são estratégias sugeridas para esse fim.

Palavras-chave: Amazônia, Geopolítica, Globalização, Desenvolvimento Sustentável.

Referência Bibliográfica: BECKER, Bertha K.. Geopolítica da Amazônia. Estud. av. , São Paulo, v. 19, n. 53, 2005 . Disponível em: . Acesso em: 29 Aug 2008. doi: 10.1590/S0103-40142005000100005

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Abaixo-Assinados, Convites para Reuniões, Material Técnico: Bem Vindos

Comunico aos leitores, que muito têm me honrado com o tempo dedicado a visitar este espaço, que terei o maior prazer em publicar links para Abaixo-Assinados, Convites para Reuniões, Material técnico referentes ao tema “Demarcação de Reserva Indígena em MS”.

Espero que tenhamos a sensibilidade de perceber que o problema não se restringe a um punhado de produtores ou políticos, mas a toda sociedade sul-matogrossense (ou matogrossense do sul, como querem alguns).

Mandem sugestões! Este espaço deve ser usado para mobilizar a sociedade!

Abraços

Normann

PS – Um leitor me desafiou a encontrar um abaixo-assinado CONTRA a demarcação da RSS. Infelizmente não fui feliz na empreitada. O resultado de tamanha desmobilização, estamos começando a ver. O primeiro voto já foi dado a favor da demarcação. AQUI VAI SER DIFERENTE!!!…. ou não? =)

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Reajuste no STF depois do primeiro voto a favor da RSS

Ontem, quinta feira, 28, o Ministro Gilmar Mendes foi ao Senado conversar com Garibaldi Alves, presidente daquela casa, para defender o aumento dos salários dos ministros da Suprema Corte.

Mendes alega que a diferença salarial entre os 11 ministros e os juízes federais de primeira instância é “mínima”.

Talvez fosse o caso de pedir aumento aos índios da Raposa Serra do Sol! Eles poderiam contribuir com tacapes, tintura de urucum, cocares e com ensaios-gerais-de-dança-da-chuva…

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Apreensão no Estado de MS: é o “efeito FUNAI”

Publicado originalmente no sítio do Sindicato Rural de Dourados

Naviraí deve receber os antropólogos na Fazenda Brilhante no domingo, conta o presidente do sindicato rural da cidade, Luiz Miguel Vieira. â??Os produtores estão muito assustados. Entramos com uma solicitação para que pudéssemos ser avisados dias antes de a área ser vistoriada, mas isso não aconteceuâ?, diz.

Heitor Carlos Fernandes, do Sindicato Rural de Juti, já identificou os reflexos das demarcações no humor dos investidores: â??Com a perda de investimentos, a arrecadação de impostos do município caiu cerca de 20%, e os preços das terras também caíramâ?.

Juti não é a única. Na região cone-sul, as negociações de compra e venda de terras e os investimentos em produção agropecuária estão parados, garante o delegado de Ponta Porã do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de MS (CRECI-MS), Pedro de Souza Lima.

Segundo o diretor da Financial Imobiliária, Geraldo Paiva, de Campo Grande, o clima de insegurança dificulta a negociação. â??Os produtores têm medo de vender as terras e, se houver demarcação, serem processados por ter agido de má féâ?, conta Geraldo, que acredita em uma queda nos preços das terras na região em breve.

Itaporã, na região da Grande Dourados, foi atingida pela instabilidade. â??Tenho amigos que perderam o interesse em comprar terras na região de Itaporãâ?, lamenta o presidente do sindicato rural da cidade, Luciano Ataíde.

Orientação aos produtores

â??Conscientizar o produtor rural de que este é o momento de unir forçasâ?, esse é o lema do Sindicato Rural de Bela Vista, segundo o presidente Afonso Pinheiro Filho. Para Afonso, â??o agronegócio não pode perder o embalo no momento em que está se recuperandoâ?. O presidente afirma que os produtores da cidade não estão contra os índios. â??Só queremos que eles respeitem as nossas propriedadesâ?, diz Afonso.

Evitar conflitos é a principal orientação que os produtores de Juti ouvem no sindicato, afirma o presidente Heitor Carlos. Na sul-fronteira, Ponta Porã tenta acalmar os produtores, que temem invasões após o início dos estudos antropológicos. Duas propriedades já foram invadidas na região e aguardam a reintegração de posse. â??O processo de reintegração foi aberto, mas o Ministério Público Federal faz pressão para que o juiz responsável não devolva as terrasâ?, conta o presidente do sindicato rural do município, Ronei Fuchs.
Conscientização da sociedade

Três mil pessoas aderiram ao abaixo-assinado do Sindicato Rural de Fátima do Sul contra os estudos de demarcação. O presidente Celso Saltareli espera conseguir a aceitação de oito mil moradores, nas áreas rural e urbana.

Em Bela Vista, o sindicato distribui panfletos e utiliza o rádio e os jornais da cidade para expandir o debate. â??A sociedade de Bela Vista sentiu que as demarcações podem ter reflexo negativo na economia da cidade, graças ao nosso trabalho de conscientizaçãoâ?, diz Afonso Pinheiro.

â??O que nós precisamos é desvincular essa situação dos produtores rurais, porque isso atingirá toda a população de Amambai e não só os produtoresâ? afirma Christiano Bortolotto, presidente do Sindicato Rural de Amambai.

Presidentes dos sindicatos rurais do Estado confirmam o clima instável e a apreensão dos produtores de 26 das cidades do interior, depois que antropólogos iniciaram os estudos para demarcação de terras indígenas.

Em reunião promovida pela Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (FAMASUL), nesta sexta-feira (08), eles falaram sobre conscientização da sociedade a respeito dos impactos negativos das demarcações na economia local e como têm orientado os produtores.

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