Fontes renováveis de energia impulsionam economia e geram empregos

Um estudo sobre os impactos das fontes renováveis de energia que acaba de ser concluído demonstrou que o aumento dos investimentos nessas fontes alternativas terá um efeito positivo sobre a economia e poderá criar um número significativo de novos empregos.

O estudo, que analisou o impacto das fontes renováveis de energia sobre a economia europeia, é o primeiro a verificar em alto nível de detalhamento os efeitos dos investimentos público e privado em energias limpas sobre a economia como um todo.

Impacto das energias renováveis sobre a economia

Os pesquisadores utilizaram diversos modelos econômicos para descobrir como as políticas de uso das fontes renováveis de energia afetam a economia e o emprego hoje, quais foram os seus impactos no passado, e como serão seus impactos no futuro, sobretudo em vista das exigências impostas pelas novas legislações, que impõem metas futuras para o uso das fontes renováveis de energia.

Os pesquisadores analisaram não apenas o próprio setor de energias renováveis, mas também o seu impacto em todos os setores da economia, incluindo os mercados convencionais de energia, o consumo doméstico e o setor de turismo, apenas para citar alguns.

A pesquisa comparou três cenários: um no qual os investimentos em fontes renováveis de energia são abandonados, outro nos quais eles são deixados ao ritmo comum do mercado, ou à própria sorte, e outro no qual esses investimentos são reforçados.

Os resultados mostraram claramente que é necessário que se invista mais nesses setores para se alcançar o potencial máximo de benefícios das energias limpas.

Tecnologias de energias renováveis

“O forte crescimento nos projetos de biomassa e nas fazendas solares em terra precisam ser mantidos, uma vez que são estas tecnologias as responsáveis pelos maiores efeitos de curto prazo na produção de energias alternativas, no emprego e no crescimento econômico,” diz o estudo.

“Tecnologias mais inovadoras, como a solar fotovoltaica, a energia eólica em alto mar, a eletricidade termossolar e os biocombustíveis de segunda geração exigirão maior suporte financeiro no curto prazo, mas são precisamente estas tecnologias que permitirão que se alcancem as metas futuras de uso de fontes renováveis de energia,” prossegue a pesquisa. A Europa tem uma meta de uso de 20% de fontes renováveis de energia em 2020.

Energia na geração de empregos

O estudo descobriu que, deixado à própria sorte, o setor de energias renováveis não conseguirá atingir a meta de 2020 - nesse cenário, os dados indicam uma participação projetada de 14% em 2020 e 17% em 2030. No cenário de reforço de investimentos na área, os dados indicam 20% em 2020 e 30% em 2030.

Em termos de geração de emprego, os pesquisadores projetam um ganho entre 115.000 e 201.000 novos postos de trabalho em 2020 e entre 188.000 e 300.000 empregos em 2030, isto no cenário moderado. Já no cenário de fortes investimentos, os ganhos giram entre 396.000 e 417.000 empregos em 2020 e entre 459.000 e 545.000 novos empregos em 2030.

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SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Fontes renováveis de energia impulsionam economia e geram empregos. 09/06/2009. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/artigo=fontes-renovaveis-energia-impulsionam-economia-geram-empregos. Capturado em 03/07/2009.

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Como categorizar? Seria “Incompetência”?

Antes de mais nada: Não sou advogado (este não é um de meus inúmeros defeitos nem parcas qualidades, dependendo do ponto de vista), mas nem por isso sou “burro”, portanto, como cidadão brasileiro provido de um mínimo exigível de capacidade intelectual, além de estar no pleno gozo de meus direitos políticos e civis, sinto-me no direito - e até no dever - de analisar um fato recente relacionado à Justiça deste nosso país.

Além do mais, a incerteza jurídica, também conhecida como inconsistência do Marco Legal é um dos maiores entraves ao desenvolvimento deste país, portanto, sinto-me absolutamente à vontade para  apontar os absurdos cometidos “em nome do cumprimento da Lei”.

O foco da discussão é uma decisão tomada pela 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça na semana passada revoltou entidades brasileiras e internacionais e provocou debates acalorados na imprensa.

Ao julgar Recurso Especial do ex-atleta Zequinha Barbosa e de outro réu acusados de fazer sexo com adolescentes menores de idade, o tribunal disse que ambos não violaram o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Ocorre que o Ministério Público de Mato Grosso do Sul acusou os réus de violar o artigo 244-A do ECA, que diz: “Submeter criança ou adolescente à prostituição ou à exploração sexual”.

A pena prevista é de quatro a dez anos de prisão. No julgamento no STJ, os Ministros entenderam que o artigo se refere ao “cafetão” (aquele que leva e explora menores na prostituição) e não àquele que contrata os serviços, muitas vezes, sem saber a idade das adolescentes.

Pode parecer absurdo à primeira vista mas o impressionante é que o entendimento não poderia ser outro porque  esse foi o ÚNICO dispositivo apontado pelo MP para condenar os réus.

Resultado da ópera: eles foram absolvidos já que não aliciaram menores.

Se analisarmos a questão sob o ponto de vista estritamente técnico, a acusação do MP foi falsa, embora seja crime, sim, a prostituição infantil.

Vamos desconsiderar o fato de que um dos réus foi Secretário de Esportes do Estado e que outras personalidades aparentemente estavam presentes. O fato é que houve um erro do MP que impossibilitou à Justiça punir os acusados.

O esclarecimento da do STJ foi uma lição: “O Superior Tribunal Justiça, em momento algum, afirmou que pagar para manter relação sexual com menores de idade não é crime. Importante frisar que a proibição de tal conduta é prevista em dispositivos da legislação penal brasileira. Portanto, o chamado cliente eventual pode, sim, ser punido, mas com base em outros dispositivos da legislação penal.”

Não é interessante? Casualmente o mesmo MP do Estado de MS está absoluta e estranhamente envolvido na intervenção de uma entidade privada (Santa Casa de Campo Grande), que evidentemente não seria de sua alçada.

Qual seria o “dispositivo” para categorizar a conduta do MP?

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Impressionante “Acervo Histórico”

Para você relembrar, se viveu, ou para conhecer um pouco da história recente do Brasil.

Importante: Guarde este endereço para lembrar na hora de votar. Sugiro a inserção de todas essas obras no MuCo - Museu da Corrupção.

Progressão do aprendizado delitivo no eterno “País do Futuro”

Governo Ernesto Geisel ( 1974- 1979)

  1. Caso Wladimir Herzog
  2. Caso Manuel File Filho
  3. Caso Lutfala
  4. Caso Atalla
  5. Ângelo Calmon de Sá (ministro acusado de passar um gigantesco cheque Sem fundos)
  6. Lei Falcão (1976)
  7. Pacote de Abril (1977)

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Publicidade na Internet cresce mais de 25% no quadrimestre

Meio obteve a melhor em relação ao mesmo período do ano passado; em geral, faturamento da mídia brasileira foi 2,6% maior do que nos primeiros quatro meses de 2008 - Eliane Pereira - Meio e Mensagem

29/06/2009 - 10:40

O faturamento da mídia brasileira como um todo caiu 3,9% em abril em relação ao mesmo mês de 2008, segundo revelam os números do Projeto Inter-Meios. Apesar do resultado negativo, o desempenho no acumulado dos quatro primeiros meses do ano pode ser considerado satisfatório, com crescimento de 2,6% em relação a igual período do ano passado. Em números absolutos, os veículos faturaram R$ 5,98 bilhões entre janeiro e abril, contra os R$ 5,82 bilhões do ano anterior.

Internet cresce 25%
Entre os meios que fecharam o quadrimestre no azul, o de melhor performance foi a internet, com crescimento de 25,6%. Destaque também para cinema (com resultado 12,1% superior ao dos quatro primeiros meses de 2008), mídia exterior (11,4%) e TV por assinatura (10,8%) - as únicas mídias a alcançar crescimento na casa dos dois dígitos. A TV aberta, que concentra 60% das verbas publicitárias, cresceu 6%, e o rádio, 3,4%. O período foi difícil para a mídia impressa, com queda de 9,2% no faturamento dos jornais, 5,4% no das revistas e 19,5% no de guias e listas. Os resultados completos estão publicados no site www.projetointermeios.com.br.

A informação é da coluna Em Pauta, publicada na edição 1365 de Meio & Mensagem, que circula com data de 29 de Junho de 2009.

Minha observação: e tem gente que ainda acha que tudo vai continuar como era, que internet é “coisa da molecada” e que os veículos tradicionais vão conseguir se manter como sempre foram…

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Ela deveria ter estudado mais… e ele?

Não consigo deixar de pensar que ele é o NOSSO presidente, independente do fato de ter ou não votado nele.

Num dos curtos períodos em que esteve no Brasil, Lula foi entrevistado pelo jornal Zero Hora, de Porto Alegre, publicado no dia 26 de Junho. Eis a pergunta do jornal e a incrível resposta:

ZH – A sua política externa continua criticada internamente. Atribuíram ao senhor a derrota da ministra Ellen Gracie na Organização Mundial do Comércio?

Lula – Ninguém atribuiu a mim a derrota de Ellen. Ela reconheceu, com muita gentileza, que deveria ter estudado mais. Não tenho dúvida de que ela era, do ponto de vista jurídico, a pessoa mais competente para assumir a vaga. Mas há outros critérios em que ela não foi bem. Mas ela é muito nova e não faltará oportunidade de estudar outras coisas. Nós temos um pensamento pequeno, que fica sempre achando: “Ah, não conseguiu indicar tal pessoa para tal lugar, perdeu, é derrota”. Você precisa ver que tem 300 pessoas querendo o mesmo cargo e que todo mundo pede para todo mundo. Nós agora fomos atrás da Olimpíada do Rio como jamais um presidente foi. Estou conversando com todos os presidentes. Você perde uma, você elege outra, você empata outra.

Eu não tenho condições de avaliar se Ellen Gracie era ou não a melhor opção para o cargo mas, convenhamos, transferir a responsabilidade do fracasso - ou da falta de interesse - para a Ministra, além de ser de uma falta de elegância absoluta, demonstra uma completa falta de bom senso.

Ter uma representação consistente na OMC é absolutamente estratégico para uma economia que está tentando abandonar sua insignificância histórica e postular uma posição mais digna diante das demais nações.

É nesse foro que são discutidas as questões de ordem comercial internacional. Questões que, de técnica, têm pouco. Será que Lula sabe disso? Será que ele estudou a matéria como deveria? ou será que estava mais interessado nos gandulas do jogo interminável que usa em suas metáforas idiotas?

Onde estiveram nossas instituições que não se pronunciaram a respeito?

Em 2008 as exportações brasileiras de aves para a União Européia  atingiram 526 mil toneladas, gerando uma receita de 1.4 bilhão de dólares americanos.

No  primeiro semestre de 2009, de acordo com dados divulgados pela SECEX/MDIC, as exportações brasileiras de carnes tiveram o seguinte desempenho em relação ao mesmo período de 2008:
CARNE DE FRANGO:  18.7% menos de receita e 1.3%  menos em volume
CARNE BOVINA:     25.7% menos de receita e 15.6%  menos em volume
CARNE SUINA:        16.8% menos em receita e  7.2% A MAIS em volume
CARNE DE PERU:    21.9% menos em receita e 4.8% menos  em volume.
Talvez Lula devesse estudar esses números também.

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A economia brasileira: 15 anos depois não acabamos com a pobreza

Ontem completamos 15 anos de Real. Possivelmente você nem se lembre que passamos por um período em que a inflação era de 84%… ao mês.

Mas as diferenças não param por aí. Hoje temos, além da inflação sob controle, uma situação econômica muito mais estável, apesar de todos os problemas internacionais. O nível da atividade econômica parece ter começado a retomar uma trajetória levemente ascendente.

Atualmente somos uma economia respeitada, apesar da incipiência de nossa participação no mercado mundial.

Temos problemas - e sérios - mas felizmente o PeTismo não se ramificou tanto na administração da economia a ponto de transformar o país em uma republiqueta como são todos os outros países administrados por aprendizes de ditador (Venezuela, Bolívia, Equador encabeçando a lista).

Mas devemos prestar muita atenção aos movimentos políticos.

Economia é uma disciplina recheada de aspectos não exatos: em micro-economia utilizamos uma abstração conhecida como coeteris paribus, para avaliar como determinada variável atinge o resultado se as demais condições se mantiverem inalteradas, o que na prática, nunca ocorre.

E é por isso que assusta tanto ouvir o presidente dizer que prefere dar dinheiro aos pobres do que reduzir a carga tributária. Mais ainda porque ninguém fala nada.

Será que são todos incompetentes na organização de uma frente que discuta definitivamente a questão tributária ou simplesmente não acreditam no que o presidente diz?

Enquanto os políticos estão dizendo que está tudo certo por aqui, apesar de todos os números indicarem o contrário, inclusive o IGPM, que apresentou o quarto mês consecutivo de deflação, nossos empresário estão contentes porque o governo concedeu alguns meses mais de redução de alíquotas de IPI.

Ora, se junho apresentou o melhor resultado de vendas da indústria automobilística da história foi porque havia a perspectiva de término do “benefício” do imposto menor.

Como é possível que o governo continue retirando da sociedade 38% da nossa produção e que nossos representantes se calem, mesmo sabendo que o presidente “acha” que o dinheiro tem que ser distribuído como esmolas entre os pobres?

Algo está muito errado. A “bolsa de beneficência” deve, sim, existir mas somente para atendimento de casos de emergência. O esmoler não pode pretender que todas as atividades se paralizem para que ele distribua a renda aos que necessitam porque, dessa forma, todos necessitarão de ajuda e ninguém poderá colaborar.

Depois de 15 anos de Real, uma economia mais estável e um país completamente diferente - para melhor - ainda não fomos capazes de gerar condições dignas para que grande parte de nossa população produza.

Enquanto isso, Lula quer ser lembrado pela história como o presidente que distribui dinheiro entre os pobres. Seria melhor que escolhesse acabar com a pobreza e com a ignorância através da capacitação e promoção da atividade econômica.

Mas isso é muito perigoso. Quem pensa e trabalha, pode resolver não votar em alguém que só se preocupa em dar esmolas.

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[Respeite.me] Protesto é protesto, na praça, no sofá ou no trono

As supostas lideranças políticas deste país perderam o “bonde da história”, independente do desfecho que venha a ter a novela Sarney (#forasarney).

Sarney não é o única responsável pela bandalheira, nem é disso acusado. Seria realmente injusto atribuir-lhe a autoria de todas as safadezas, legais ou não.

Neste país de leis que “pegam” e outras não, onde a construção de um castelo privado com dinheiro público é legal e não acarreta nem mesmo um puxão de orelhas no deputado-feudal Edmar Moreira (proprietário do imóvel), em que o Presidente da República declara que não aceita a substituição do comando do Senado, porque “isso não faz parte do jogo democrático”, as elites velhas e artríticas não perceberam que as regras mudaram.

É possível que nas próximas eleições a internet seja a ferramenta que irá promover uma verdadeira mudança nos paradigmas e, para isso, precisamos começar a “ensaiar”.

O #forasarney é a primeira tentativa mais ou menos consistente de traduzir a vontade da população. Seus resultados práticos podem até não ser os que gostaríamos de ver, mas não importa na verdade. O fato é que o movimento começou.

Líderes deixaram de ser auto-intitulados. Meus filhos (e eu também) adoravam assistir “Professor Tibúrcio”, personagem criado por Marcelo Tas.  Tas é um exemplo do líder da era da internet. Depois de sofrer todo tipo de retaliação dos grandes veículos de comunicação, o artista conseguiu se tornar um dos mais respeitados e seguidos pela “blogosfera”.

Seu programa “CQC” (Custe o Que Custar) teve o mérito de mostrar aos jovens a manifestação política é importante. Ao contrário das oligarquias tradicionalistas, Sarney no meio, Tas é um ícone das mutações propiciadas pela tecnologia, que permite um “pensar mais livre”, sem as amarras pútridas do poder em causa própria.

Sarney ousou pressionar o governo com a possibilidade da renúncia ao cargo, e não somente à presidência da casa. Se perguntarem ao milhões de brasileiros o que pensam disso, a resposta será “já vai tarde”. O Presidente não pensa assim. Está preocupado com o fato de que seu sucessor seria do partido da oposição, como se a democracia não fosse essencialmente baseada na contraposição de idéias.

Em breve a internet possibilitará ao cidadão comunicar-se com o detentor de mandato, fará uma avaliação de sua imagem, das opiniões de seu eleitor, que poderá também fazer campanha contra ou a favor desta ou daquela idéia.

As críticas ao “protesto de sofá” são superficiais. Não entenderam que não é necessário ir às ruas, assim com não é preciso pegar em armas. É, sim, preciso PENSAR. E para pensar, não é preciso estar em um lugar específico, pode ser na escola, no ônibus, no sofá ou no “trono”.

O cidadão que tweeta #forasarney, diz também Respeite.me!

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Lula, o imperialista

Eu não consigo acreditar que depois de toda a luta pela redemocratização deste país nosso (isso mesmo, o seu também) presidente teve a desfaçatez e a cara de pau de admitir o que qualquer analista minimamente informado já sabia: ele quer se perpetuar a partir da submissão dos eleitores.

Para quem não sabe, segundo a Folha Online, Lula afirmou que ”em vez de ficar desonerando tanto, tem que dar dinheiro para os pobres, que eles compram”.

Eu não sei se o presidente é simplesmente limitado em sua capacidade de análise ou se é absoluta e descaradamente um populista desavergonhado.

Quando o presidente declara que prefere dar dinheiro para os pobres, está demonstrando que quer manter o controle do eleitorado. Diz a todo mundo que oferecer condições de emprego é menos importante do que entregar a esmola.

Para traduzir, inverte a máxima que afirma que é melhor ensinar a pescar do que dar o peixe.

Sou forçado a concordar com o presidente Lugo, que chegou a afirmar que a postura de Lula é imperialista porque, só os plenipotenciários se consideram mais capazes de definir o que seus “súditos” devem fazer com seus recursos.

Lula deve ter sido contaminado pelo comentário irônico de Obama quando comentou que “ele é o cara”.

Claro que a redução da carga tributária traria também a necessidade de redução da estrutura paquidérmica do Governo, coisa que Lula não quer de jeito nenhum e não porque acredite na eficiência do Estado, mas porque quer ter seus súditos sob controle.

Lula, se puder, vai ser candidato, sim, mas não a Presidente. Deve querer se tornar Lula I, Rei do Brasil.

Quero repetir a pergunta de sempre: Onde, afinal, estão nossas instituições? Onde está a CNI? a CNA?

#forasarney

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[Respeite.me] #forasarney deixa deputados com barbas (e bigodes) de molho

Inacreditável, mas os Deputados Federais se preparam para tentar desferir um duro - e imbecil - golpe na liberdade de expressão via Internet: querem transpor as regras vigentes na TV para as manifestações políticas na internet.

Evidentemente a incompetência em analisar os movimentos sociais e, principalmente, em se adequar a eles, está levando nossos mui dignos representantes a se organizarem para tentar calar o cidadão que só consegue se manifestar através da rede mundial.

A matéria do UOL a respeito do tema já está sendo divulgada no Twitter e gerando outra campanha: #internetlivre.

Fico torcendo para nenhum deputado tropeçar e cair: são capazes de revogar a Lei da Gravidade!

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[Respeite.me] #forasarney e o Cidadão 2.0

jt09_vassouraDepois da Web 2.0 e, em consequência, do Consumidor 2.0, vamos assistindo uma importante e silenciosa revolução.

Os números são assustadores. Chegaram a ser postados mais de 10 mil mensagens em uma hora (166/minuto ou quase 3 por segundo), ultrapassando temas mais “leves” e atuais como “Michael Jackson”.

O fato é que ainda não se sabe se todo esse barulho vai gerar algum resultado prático. Como comenta um “twiteiro” @enevesneto, “Espero que o movimento #forasarney seja uma tomada de conciencia, ano que vem tem eleicao… #oBrasilehnosso”.

As manifestações passam por todos os estágios, desde as mais equilibradas até as mais iradas, passando inclusive por algumas muito bem humoradas.

Charges são publicadas e  organizadas a todo instante (Veja um exemplo AQUI). Blogs pipocam em todos os cantos, a ponto de ter sido registrado um com o domínio “FORA SARNEY“, que às vezes apresenta problema de acesso exatamente pelo afluxo de visitas.

Se terminar em pizza, pelo menos vai ser uma pizza de jiló, bem amarga, para o equilibrista antes onipotente Sarney.

Até a “oposição” parece estar se sentindo respaldada, a ponto de incentivar alguns representantes a se unirem ao coro da população e pedirem o afastamento do Presidente do Senado.

Maurício Vargas, diretor do sítio ReclameAqui e consultor de empresas na área de relacionamento com o consumidor sempre repete a mesma frase: “Estamos vivendo uma revolução”.

Se até agora essa revolução se limitava ao consumidor, agora está se tornando “a Revolução Cidadã”. A voz das ruas é clara e diz: Respeite.me

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